sábado, 23 de julho de 2011

Atentado na Noruega - FUNDAMENTALISTA CRISTÃO!!!

Fundamentalismo é então um movimento pelo qual os partidários tentam salvar identidade religiosa da absorção pela cultura ocidental moderna, na qual a absorção tem proporção de um processo irreversível na comunidade religiosa mais ampla, necessitando da afirmação de uma identidade separada baseada nos princípios fundamentais da religião.
Os fundamentalistas acreditam que a sua causa é de grave e cósmica importância. Eles vêem a si mesmos como protetores de uma única e distinta doutrina, modo de vida e de salvação. A comunidade compreensivelmente centrara-se num modo de vida preponderantemente religioso em todos os seus aspectos, é o compromisso dos movimentos fundamentalistas, e atrai então não apenas os que compreendem a distinção mas também outros insatisfeitos e os que julgam que a dissidência é distintiva, sendo vital à formação de suas identidades religiosas.
O muro de virtudes fundamentalista que protege a identidade do grupo é instituído não só em oposição a religiões estranhas, mas também contra os modernizadores, os quais compactuam continuar numa versão nominal da sua própria religião.
Ética e politicamente, os fundamentalistas rejeitam a homossexualidade, o aborto, a Teoria da Evolução e a possibilidade de salvação fora do Cristianismo.
  Como digo e, repito: Cãnceres do mundo são: FANATISMO, IGNORÂNCIA E TIRANIA...assim, como se vê neste evento Perverso, pessoas são destroçadas por um FUNDAMENTALISTA FANÁTICO...

O Frasco de Maionese e Café!!!





Quando as coisas na vida parecem demasiado, quando 24 horas por dia
não são suficientes...Lembre-se do frasco
de maionese e do café.

Um professor, durante a sua aula de filosofia sem dizer uma palavra, pega num frasco de maionese e esvazia-o...tirou a maionese e encheu-o com bolas de golf.
A seguir perguntou aos alunos se o Frasco estava cheio. Os estudantes responderam sim.
Então o professor pega numa caixa cheia de pedrinhas e mete-as no frasco de maionese. As pedrinhas encheram os espaços vazios entre as bolas de golf.
O professor voltou a perguntar aos alunos se o frasco estava cheio, e eles voltaram a dizer que sim.
Então...o professor pegou noutra caixa...uma caixa cheia de areia e esvaziou-a para dentro do frasco de maionese. Claro que a areia encheu todos os espaços vazios e uma vez mais o pofessor voltou a perguntar se o frasco estava cheio. Nesta ocasião os estudantes responderam em unânime  "Sim !".
De seguida o professor acrescentou 2 xícaras de café ao frasco e claro que o café preencheu todos os espaços vazios entre a areia. Os estudantes nesta ocasião começaram a rir-se...mas repararam que o professor estava sério e disse-lhes:


'QUERO QUE SE DÊEM CONTA QUE ESTE FRASCO REPRESENTA
A VIDA'.
As bolas de golf são as coisas Importantes:
como a FAMÍLIA, a SAÚDE, os AMIGOS, tudo o que você AMA DE VERDADE.
São coisas, que mesmo que se perdessemos todo o resto, nossas vidas continuariam cheias.
As pedrinhas são as outras coisas
que importam como: o trabalho, a casa, o carro, etc.
A areia é tudo o demais,
as pequenas coisas.

'Se puséssemos  1º a areia no frasco, não haveria espaço para as pedrinhas nem para as bolas de golf. 
O mesmo acontece com a vida'.

Se gastássemos todo o nosso tempo e energia nas coisas pequenas, nunca teríamos lugar para as coisas realmente importantes.

Preste atenção às coisas que são cruciais para a sua Felicidade.

Brinque ensinando  os seus filhos,
Arranje tempo para ir ao medico,
Namore e vá com a sua/seu namorado(a)/marido/mulher jantar fora,
Dedique algumas horas para uma boa conversa e diversão com seus amigos
Pratique o seu esporte ou hobbie favorito.
 Haverá sempre tempo para trabalhar, limpar a casa, arrumar o carro... 
Ocupe-se sempre das bolas de golf 1º, que representam as coisas que realmente importam na sua vida.
Estabeleça suas prioridades, o resto é só areia...
Porém, um dos estudantes levantou a mão e perguntou o que representaria, então, o café.
O professor sorriu e disse:
"...o café é só para vos demonstrar, que não importa o quanto a nossa vida esteja ocupada, sempre haverá espaço para um café com um amigo. "

quinta-feira, 21 de julho de 2011

"Pescadores" (Roberto da Mata)!


Somos todos pescadores e, mais do que isso, pescadores à deriva. Perdidos e crentes naquilo que temos: água, luz, calor, motor, comida e aqueles abrigos dos quais os mais importantes dizem respeito ao pertencer a alguém ou a algum grupo, etnia, classe, país e sociedade do que a ser ou ter alguma coisa. É impressionante observar como nos sentimos seguros e salvos com tão pouco: uma reza, uma canção, um amor, um elogio, um ódio, um livro ou um copo d"água. Não existimos se não atuamos em algum teatro que nos informe sobre como ser e nos apresente um conjunto complicado e contraditório de papéis sociais - do nome de família e do clube de futebol - a coisas ainda mais abstratas, senão impossíveis, como ser completamente bom, honesto, forte, sensível, honrado e, para culminar uma enorme lista, viver tranquilo e feliz!

Como ser tudo isso e mais alguma coisa quando o tapete sobre o qual atuamos, nos é subtraído? E o drama se transforma porque somos obrigados a desempenhar papéis não planejados, esperados e desejados. Como diz o axioma de Shakespeare, o mundo é um palco e todos somos atores nesse drama para o qual não fomos convidados e no qual temos um momento de entrada e outro de saída que, para nossa angústia (e felicidade), não sabemos quando vai ocorrer.


Se soubéssemos, a vida social seria impossível por uma ausência de valores. As juras, as vocações, a dedicação, os gozos, as promessas, as vinganças, os grandes ressentimentos - tudo o que, no fundo, depende de decisão e escolha - desapareciam. Bem como a conversão, o arrependimento e a crise de consciência. O imponente "agora ou nunca" perderia o sentido. As lágrimas sem testemunho são o produto dessa finitude precipitada pelas situações-limite cujo desenlace não sabemos, embora possamos imaginá-lo. E aí está, conforme contam meus amigos mais queridos nos livros que ontem e hoje escreveram, a razão da música, da poesia, do teatro, da dança, do cinema e, acima de tudo, da literatura - dessas "artes" cujo alvo é a transformação da vida (insondável nas suas origens e fim, bem como na sua trajetória) em algo com significado. Com um início, um meio e um fim. Pois nesses casos, a verdade irrecorrível da finitude (e da morte, que é comum a todas as sociedades humanas, apesar de suas enormes - e aparentes - diferenças) transforma-se em algo prosaico, já que a experiência da morte nas artes permite viver esteticamente o fim, realizando - quando tudo vai bem - o casamento da Verdade (todos morrem) com a Beleza (nada mais formoso do que uma vida honrada).


* * *

Escrevo nesse tom porque esses dias têm marcado minha vida por passagens especiais. Da morte de um ex-presidente que honrou o liberalismo; dos desastres que deixam ver a mão sombria e cega do acaso. Tudo culminando, porém, com o resgate milagroso e, por isso, belo e redentor do humano dos seis pescadores capixabas que, depois de 21 dias à deriva e a 500 quilômetros de distância do seu ponto de partida, chegaram - notem - à "terra firme" para gozarem do reencontro com suas famílias.

Quem já viveu as duas situações, sabe bem o que é experimentar o sólido (da tal "terra firme") afundar na liquidez da morte súbita e da doença incurável. Melhor dizendo, das incertezas do viscoso - situado entre o sólido e o líquido -, que é uma figura mais adequada para as fantasias terríveis guardadas pelo não saber o que aconteceu com o filho, a esposa, o irmão ou o amigo - engolfados pelo mar imenso, pelo breu da noite e pelo frio da tempestade. Não morreram, Deus é grande! - diz um lado nosso. Estão mortos, não há esperança! - diz um outro. Quando não nos é dado saber se o lado que guarda a esperança é maior ou menor do que o desesperançado, chegamos aos limites do texto frequentemente simplório (e como poderia ser de outro modo?) que a família, a escola e o sistema nos infunde. Olha, guri, você cresce, fica forte, educa-se, casa-se, torna-se adulto, tem filhos, e um dia - depois de ter sido "feliz para sempre" - você (tranquilamente) morre...


Quando a dúvida do será que morreu ou sobreviveu bate na porta; quando somos assolados pela doença incurável que canibaliza o ser, sabemos que chegou a nossa hora. Momento de desesperar e tudo renegar? Momento de entrar em depressão e desistir de viver? Momento de se sentir traído pelos deuses e pelo tal de destino que só nos visita quando não é esperado?


Cada qual responde como pode. Uns agarram-se no outro mundo. Outros descobrem que a "nossa hora" é um áspero chamado para um renascimento. Para uma outra vida, com aqueles entes queridos dentro de nós. De agora em diante, temos que viver o mundo com um pedaço de nossas biografias cortadas, feridas, mas paradoxalmente ampliadas. Com esses entes queridos dentro de nós, temos a obrigação de honrar suas memórias e de, eis o mais difícil, fazê-las viver através de nossas vidas, toda essa felicidade que, apesar de tudo, ainda pode ser encontrada.


Pois só os perdidos podem ser achados.

quarta-feira, 20 de julho de 2011

NEM TUDO É FÁCIL!


É difícil fazer alguém feliz, assim como é fácil fazer triste.
É difícil dizer eu te amo, assim como é fácil não dizer nada
É difícil valorizar um amor, assim como é fácil perdê-lo para sempre.
É difícil agradecer pelo dia de hoje, assim como é fácil viver mais um dia.
É difícil enxergar o que a vida traz de bom, assim como é fácil fechar os olhos e atravessar a rua.
É difícil se convencer de que se é feliz, assim como é fácil achar que sempre falta algo.
É difícil fazer alguém sorrir, assim como é fácil fazer chorar.
É difícil colocar-se no lugar de alguém, assim como é fácil olhar para o próprio umbigo.
Se você errou, peça desculpas...
É difícil pedir perdão? Mas quem disse que é fácil ser perdoado?
Se alguém errou com você, perdoa-o...
É difícil perdoar? Mas quem disse que é fácil se arrepender?
Se você sente algo, diga...
É difícil se abrir? Mas quem disse que é fácil encontrar
alguém que queira escutar?
Se alguém reclama de você, ouça...
É difícil ouvir certas coisas? Mas quem disse que é fácil ouvir você?
Se alguém te ama, ame-o...
É difícil entregar-se? Mas quem disse que é fácil ser feliz?
Nem tudo é fácil na vida...Mas, com certeza, nada é impossível
Precisamos acreditar, ter fé e lutar
para que não apenas sonhemos, Mas também tornemos todos esses desejos,
realidade!!!
Cecília Meireles

terça-feira, 19 de julho de 2011

O que é ser AMIGO!!!




Como será que podemos definir o que é ser amigo.
Mas, amigo, na verdadeira acepção da palavra, ou seja aquele que poderemos considerar como alguém que nos dedica um sentimento de carinho que extrapola qualquer outro sentimento.
Bem, certamente um amigo de verdade não será capaz de solucionar todos os problemas que tivermos, não poderá eliminar todas nossas dúvidas ou incertezas.  Mas certamente será capaz de nos ouvir em nossos desabafos, ajudando-nos a pelo menos pensar em soluções, se as houverem. E a amizade só será completa, se houver reciprocidade de nossa parte quando a situação for inversa.
Um amigo não poderá mudar nosso passado, consertando nossos erros, nem acabar com nossos sofrimentos e dores, mas será capaz nos ajudar entender onde foi que erramos, para que mesmos enganos não sejam reprisados. E isso é muito importante, pois nem sempre somos capazes de descobrir porque algo não deu certo.  Um amigo o fará, basta que saibamos escuta-lo, e que saibamos corresponder quando for nossa vez de ouvir.
Certamente não será amigo de verdade se nada falar para nos apontar um caminho errado que estamos trilhando.  Embora possa nos desagradar, saberá indicar o que nos poderá acontecer de mal, se insistirmos nesse rumo. E deveremos saber discernir sobre seus caminhos também.
Reciprocidade sempre é exigível para a sobrevivência de uma amizade.
Nem sempre ele poderá evitar um tropeço nosso, mas poderá nos amparar quando nos ver caindo, amenizando o impacto da queda.  Poderá nos estender a mão para nos ajudar depois, ao invés de simplesmente balançar a cabeça, como que dizendo: “eu te avisei...” Nem sempre sabemos ouvir a voz da razão, e preferimos seguir nosso impulso.  E quando for a nossa vez, é lícito que ele espere a mesma atitude de nossa parte.
Um amigo pode não ser o responsável direto nossos êxitos, por nossa felicidade, mas saberá dela compartilhar, regozijando-se com nossa alegria, da mesma maneira que iremos participar de suas vitórias, de sua felicidade.
Não poderá, certamente, tomar decisões por nós.  Contudo, poderá emitir sua opinião, poderá nos orientar em nossas dúvidas. Da mesma maneira deveremos proceder, quando a situação for inversa.
Com base na reciprocidade de nossa amizade, estaremos seguros de poder contar sempre com seu apoio e encorajamento, como certamente ele contará com nossa sustentação, se preciso for.
Com base na sinceridade do sentimento, mesmo que não possamos determinar nossos limites, de uma maneira total e completa, poderemos sempre dar-nos espaço mutuamente, possibilitando um crescimento.  Permitindo nossa individualidade.  Assim se vive com amizade, numa sociedade.  Sem tolher movimentos. Sem interferir diretamente.  Mas dando sinais de erros ou acertos.
Certamente por mais forte e sincera que seja uma amizade, certas dores não poderão ser evitadas. Nosso coração sempre estará sujeito a certos golpes inevitáveis.  Simplesmente um amigo leal poderá, quando muito, nos ajudar a recolher os fragmentos, colocando-os no lugar.
E assim deveremos agir, se for o seu coração que estiver despedaçado.  E se for o caso, choraremos juntos.  Sempre é melhor contar com um ombro amigo nessa situação.
E essa amizade poderá ser encontrada em um pai, em um filho, em um irmão, num conjugue, ou mesmo em quem, embora não seja da familia, será ainda melhor do que se o fosse, por ser uma amizade sincera.
Amizade apenas exige sinceridade e reciprocidade e, claro, seriedade.
Não interessa muito saber quem e o que somos, basta que possamos nos abraçar, em nome de nossa amizade, e saber que poderemos sempre contar com essa amizade como um bálsamo que nos ajudará a aliviar certas dores, mas que também poderá festejar conosco nossa alegria.
Agora, com a  certeza de nossa amizade, esquecendo quaisquer mágoas passadas, presentes ou futuras,  vamos imaginar um circulo, dando-nos as mãos, e vamos viver mais UM LINDO DIA.

REVOLUÇÃO SILENCIOSA!!!

  
.
 
 
 
   
A quem interessar possa!
Lembro, para quem não é gaúcho ou não o conhece, que o Diego Casagrande é jornalista radicado em Porto Alegre, que
tem pautado suas ações no combate ferrenho ao PT e à tomada, por esse partido, da máquina governamental para a realização de ações que levem, na "surdina", nosso país a um regime semelhante ao de Cuba e ao que está em marcha na Venezuela.

A REVOLUÇÃO SILENCIOSA

*Diego Casagrande, jornalista - Porto Alegre/RS

Não espere tanques, fuzis e estado de sítio.
Não espere campos de concentração e emissoras de rádio, tevês e as redações ocupadas pelos agentes da supressão das liberdades.
Não espere tanques nas ruas.
Não espere os oficiais do regime com uniformes verdes e estrelinha vermelha circulando nas cidades.
Não espere nada diferente do que estamos vendo há pelo menos duas décadas.
Não espere porque você não vai encontrar, ao menos por enquanto.

A revolução comunista no Brasil já começou e não tem a face historicamente conhecida.
Ela é bem diferente.
É hoje silenciosa e sorrateira.
Sua meta é o subdesenvolvimento.
Sua meta é que não possamos decolar.
Age na degradação dos princípios e do pensar das pessoas.
Corrói a valoração do trabalho honesto, da pesquisa e da ordem.

Para seus líderes, sociedade onde é preciso ser ordeiro não é democrática.
Para seus pregadores, país onde há mais deveres do que direitos não serve.
Tem que ser o contrário para que mais parasitas se nutram do Estado e de suas indenizações.

Essa revolução impede as pessoas de sonharem com uma vida econômica melhor, porque quem cresce na vida, quem começa a ter mais, deixa de ser "humano" e passa a ser um capitalista safado e explorador dos outros.

Ter é incompatível com o ser. Esse é o princípio que estamos presenciando.
Todos têm de acreditar nesses valores deturpados que só impedem a evolução das pessoas e, por conseqüência, o despertar de um país e de um povo que deveriam estar lá na frente.

Vai ser triste ver o uso político-ideológico que as escolas brasileiras farão das disciplinas de filosofia e sociologia, tornadas
obrigatórias no ensino médio a partir do ano que vem.

A decisão é do ministério da Educação, onde não são poucos os adoradores do regime cubano mantidos com dinheiro público. Quando a norma entrar em vigor, será uma farra para aqueles que sonham com uma sociedade cada vez menos livre, mais estatizada e onde o moderno é circular com a camiseta de um idiota totalitário como Che Guevara.

A constatação que faço é simples.

Hoje, mesmo sem essa malfadada determinação governamental - que é óbvio faz parte da revolução silenciosa - as crianças brasileiras já sofrem um bombardeio ideológico diário.
Elas vêm sendo submetidas ao lixo pedagógico do socialismo, do mofo, do atraso, que vê no coletivismo econômico a saída para todos os males.

E pouco importa que este modelo não tenha produzido uma única nação onde suas práticas melhoraram a vida da maioria da população. Ao contrário, ele sempre descamba para o genocídio ou a pobreza absoluta para quase todos.

No Brasil, são as escolas os principais agentes do serviço sujo.
São elas as donas da lavagem cerebral da revolução silenciosa.
Há exceções, é claro, que se perdem na bruma dos simpatizantes vermelhos.

Perdi a conta de quantas vezes já denunciei nos espaços que ocupo no rádio, tevê e internet, escolas caras de Porto Alegre recebendo freis betos e mantendo professores que ensinam às cabecinhas em formação que o bandido não é o que invade e destrói a produção, e sim o invadido, um facínora que "tem" e é "dono" de algo, enquanto outros nada têm.
Como se houvesse relação de causa e efeito.

Recebi de Bagé, interior do Rio Grande do Sul, o livro "Geografia", obrigatório na 5ª série do primeiro grau no Colégio Salesiano Nossa Senhora Auxiliadora. Os autores são Antonio Aparecido e Hugo Montenegro.

O Auxiliadora é uma escola tradicional na região, que fica em frente à praça central da cidade e onde muita gente boa se esforça para manter os filhos buscando uma educação de qualidade.

Através desse livro, as crianças aprendem que propriedades grandes são de "alguns" e que assentamentos e pequenas propriedades familiares "são de todos".

Aprendem que "trabalhar livre, sem patrão" é "benefício de toda a comunidade".

Aprendem que assentamentos são "uma forma de organização mais solidária... do que nas grandes propriedades rurais".

E também aprendem a ler um enorme texto de... adivinhe quem?
João Pedro Stédile, o líder do criminoso MST que há pouco tempo sugeriu o assassinato dos produtores rurais brasileiros.
O mesmo líder que incentiva a invasão, destruição e o roubo do que aos outros pertence. Ele relata como funciona o movimento e se embriaga em palavras ao descrever que "meninos e meninas, a nova geração de assentados... formam filas na frente da escola, cantam o hino do Movimento dos Sem-Terra e assistem ao hasteamento da bandeira do MST".

Essa é A revolução silenciosa a que me refiro, que faz um texto lixo dentro de um livro lixo parar na mesa de crianças, cujas consciências em formação deveriam ser respeitadas.

Nada mais totalitário.

Nada mais antidemocrático.
Serviria direitinho em uma escola de inspiração nazi-fascista.
Tristes são as conseqüências.

Um grupo de pais está indignado com a escola, mas não consegue se organizar minimamente para protestar e tirar essa porcaria travestida de livro didático do currículo do colégio.
Alguns até reclamam, mas muitos que se tocaram da podridão travestida de ensino têm vergonha de serem vistos como diferentes. Eles não são minoria, eles não estão errados, mas sentem-se assim.

A revolução silenciosa avança e o guarda de quarteirão é o medo do que possam pensar deles.
O antídoto para A revolução silenciosa? Botar a boca no trombone, alertar, denunciar, fazer pensar, incomodar os agentes da "Stazi" silenciosa.
Não há silêncio que resista ao barulho!
"O MAIOR CASTIGO PARA AQUELES QUE NÃO SE INTERESSAM POR POLÍTICA É QUE SERÃO  GOVERNADOS PELOS QUE SE INTERESSAM" (Arnold Toynbee)

CAFÉ,,, A grande Pedida!!!


Café a gengibre
Ingredientes:
4 colheres de sobremesa (ou sopa se quiser bem forte) de café moído
1 pitada de gengibre
4 colher de café de mel
4 colher de café de chantilly
 
Modo de fazer:
Misture o café com o gengibre e prepare o café. Ponha mel nas xícaras. Coloque o café e decore com o chantilly.

Café ao mel

Ingredientes:
4 colheres de café moído
2 raminhos de canela
mel
Modo de fazer:
Prepare um café normal. Ponha 2 colherzinhas de mel em cada copo e meio raminho de canela. Coloque o café muito quente.
 
Café com canela
 
Ingredientes:
 
4 colheres de sopa de café moído
1 pitada de canela em pó
2 raminhos de canela
Modo de fazer:
Prepare um café expresso. Adicione uma pitada de canela quando bastante quente. Sirva com meio raminho de canela em cada xícara.
 

Café com cardamomo (ou cana-do-brejo)

Ingredientes:
3 xícaras de café forte, quente
sementes de 3 vagens de cardamomo
4 colheres de rum
4 colher de café de açúcar
Modo de fazer:
Esquente um pouco o rum com o cardamomo e açúcar. Agregue o café quente e sirva.

Café com laranja

Ingredientes:
3 xícaras de café forte
¾ xícara de suco de laranja
casca de laranja
4 colheres de sopa de creme
açúcar a gosto
canela em pó
Modo de fazer:
Prepare o café. Tire a casca de uma laranja e coloque-a no café quente, tampe e deixe repousar até que esfrie completamente. Coe e misture com o suco de laranja, com açúcar e creme. Sirva com gelo e agregue canela. Decore com laranja.

Café moka quente

Ingredientes:
2 xícaras de café forte
1 colher de sopa de cacau em pó
4 colheres de sopa de creme de café*
½ xícara de creme de leite batido
gotas de chocolate para decorar
açúcar a gosto
Modo de Fazer:
Misture a cacau e o açúcar no café quente, agregue o creme de café. Decore com creme e gotas de chocolate.

* Creme de café
Ingredientes:
1/2 litro de leite
2 gemas de ovo
150 g de açúcar
1/2 colher (chá) de baunilha
1 colher (sopa) de maisena
1 envelope de gelatina incolor sem sabor
2 colheres (sopa) de café solúvel
100 g de chocolate ao leite em barra
200 g de creme de leite

Modo de Fazer:

Bater as gemas e o açúcar, formando uma gemada clara. Misturar ao leite frio, juntamente com a maisena dissolvida em um pouco de água. Levar ao fogo, mexendo sempre até engrossar. Colocar o café e o chocolate em pedaços, misturando vigorosamente ao creme para dissolver. Umedecer a gelatina num prato fundo com 5 colheres de água.
Jogar em seguida meia xícara de água fervente para dissolver. Acrescentar a gelatina ao leite quente, incorporando bem. Juntar o rum e o creme de leite. Distribuir o creme de café em taças de vidro, levando à geladeira por 4 horas. Quando for servir, polvilhar um pouquinho de café solúvel em cada taça.

Café quente com chocolate
Ingredientes:
1 tablete de chocolate amargo
1 xícara de água quente
4 colheres (sopa) de açúcar
1 pitada de sal
1/4 de xícara de café instantâneo
1 litro de leite
1/2 xícara de creme de leite batido
Noz-moscada
Pauzinhos de canela

Modo de Fazer:
Derreta o chocolate com a água em banho-maria. Acrescente o açúcar, o sal e o café. Retire a panela da água quente e cozinhe diretamente sobre o fogo por cinco minutos, mexendo constantemente. Coloque novamente em banho-maria e adicione lentamente o leite, mexendo sem parar. Aqueça bem. Sirva quente, em canecas, coberto com o creme de leite batido ao ponto de chantilly e uma pitada de noz-moscada. Coloque um pauzinho de canela em cada caneca.

 

Cappuccino caseiro

Ingredientes:
7 xícaras de café forte e quente
2 colheres de sopa rasas de açúcar
9 colheres de sopa de leite em pó
3 colheres de sopa de licor de café
Modo de fazer:
Misture todos os ingredientes no liquidificador até a obtenção de espuma e sirva imediatamente. Decore com canela em pó.

Ponche de café
Ingredientes:
4 pedacinhos de chocolate meio amargo
Açúcar a gosto
4 colheres de sobremesa de creme de leite
4 xícaras de café bem forte
Chantilly, canela e cacau em pó
Raspas de laranja

Modo de Fazer:
Derreter o chocolate, o açúcar e o creme em fogo brado. Juntar o café e levar ao fogo sem deixar ferver. Colocar em xícaras grandes. Guarneçer com chantilly e sobre ele colocar canela, cacau em pó e raspas de laranja.
 

ESPUMANTE DE CAFÉ
Ingredientes:
1 xícara de café quente
1/2 xícara de creme de leite
1/4 de xícara de chocolate meio amargo partido em pedaços
2 1/2 colheres (sopa) de açúcar

Modo de Fazer:
 Misture o café e o creme de leite. Aqueça bem. Coloque no liquidificador, junte os pedaços de chocolate e açúcar. Tampe bem e bata em alta velocidade por 20 segundos. Despeje em canecas aquecidas. Rende 2 porções.

Agora algumas receitas gelada de café para o dia que fizer um calorzinho.


Café gelado com canela
Ingredientes:
2 ½ xícaras de café extra forte e quente
3 lascas de canela
4 cravos
2 colheres de açúcar
gelo
Modo de Fazer:
Agregue cravo e canela ao café e deixe-o repousar tampado por uma hora. Tire os cravos e a canela, adicione o açúcar e misture bastante. Coloque o gelo em copos e sirva o café.

FRAPÊ DE SORVETE COM CAFÉ
Ingredientes:
6 colheres (sopa) sorvete de creme
2 xícaras (chá) de leite gelado
2 colheres (sopa) de mel
1 colher (chá) de canela
6 colheres (chá) de café

Modo de Fazer:
 Bata todos os ingredientes no liquidificador e sirva a seguir.
Café sorvete
Prepare um café, adoce-o a gosto e ponha para congelar em cubos. Quando os cubos de café estiverem formados, tire-os do molde e pique-os. Sirva imediatamente em copo alto.

Café gelado

Prepare um café forte e deixe esfriar na geladeira. Quando estiver bem frio, bata-o no liquidificador com gelo picado e açúcar a gosto. Sirva imediatamente.