sexta-feira, 12 de agosto de 2011

COPA 2014!!!


O país chamado Copa do Mundo 2014

A preocupação com tal evento é tão grande que, com seu tamanho, não deixa enxergarmos o que se passa no nosso "pequeno Brasil". Vejamos:
Durante o evento Copa do Mundo 2014, o transporte público será igual ao que temos hoje?
Durante o evento, o atendimento público à saúde continuará sendo nas macas e nos corredores dos hospitais ?
Os turistas terão refeições com a mesma qualidade da merenda escolar, vencida e cheia de bichos conforme mostrada nos telejornais?
Se cair uma chuvarada, os turistas andarão de botes improvisados pelas ruas?
Haverá o indulto da Copa, como existe o do Natal, o do Dia das Mães, o do Dia dos Pais etc quando os “pobres presidiários” são contemplados, sendo que muitos não mais retornam aos presídios para serem “socializados” e continuam dando trabalho à tão sacrificada polícia?
Muitas perguntas ainda poderiam ser feitas, em português ou em “idiotês”, vista a ferrenha defesa do estrangeirismo no nosso riquíssimo e lindo vocabulário que, em vez de ser estudado, é substituído, em parte, por palavras estrangeiras.
Esperemos, talvez, com perguntas de mais fácil resposta.

Prof. João José Reinbrecht Braga (Maninho)

quinta-feira, 11 de agosto de 2011

GAUCHADA!


Os gaúchos - Arnaldo Jabor


O Rio Grande do Sul é como aquele filho que sai muito diferente do resto da família. A gente gosta, mas estranha. O Rio Grande do Sul entrou tarde no mapa do Brasil . Até o começo do século XIX, espanhóis e portugueses ainda se esfolavam para saber quem era o dono da terra gaúcha. Talvez por ter chegado depois, o Estado ficou com um jeito diferente de ser. Começa que diverge no clima: um Brasil onde faz frio e venta, com pinheiros em vez de coqueiros, é tão fora do padrão quanto um Canadá que fosse à praia. Depois, tem a mania de tocar sanfona, que lá no RS chamam de gaita, e de tomar mate (também chamado de chimarrão) em vez de café. Mas o mais original de tudo é a personalidade forte do gaúcho. A gente rigorosa do sul não sabe nada do riso fácil e da fala mansa dos brasileiros do litoral, como cariocas e baianos.

Em lugar do calorzinho da praia, o gaúcho tem o vazio e o silêncio do pampa, que precisou ser conquistado à unha dos espanhóis. Há quem interprete que foi o desamparo diante desses abismos horizontais de espaço que gerou, como reação, o famoso temperamento belicoso dos sulinos. É uma teoria - mas conta com o precioso aval de um certo Analista de Bagé, personagem de Luis Fernando Veríssimo que recebia seus pacientes de bombacha e esporas, berrando: "Mas que frescura é essa de neurose, tchê?"

Todo gaúcho ama sua terra acima de tudo e está sempre a postos para defendê- la. Mesmo que tenha de pagar o preço em sangue e luta. Gaúcho que se preze já nasce montado no bagual (cavalo bravo). E, antes de trocar os dentes de leite, já é especialista em dar tiros de laço. Ou seja, saber laçar novilhos à moda gaúcha, que é diferente da jeito americano, porque laço é de couro trançado em vez de corda, e o tamanho da laçada, ou armada, é bem maior, com oito metros de diâmetro, em vez de dois ou três. Mas por baixo do poncho bate um coração capaz de se emocionar até as lágrimas em uma reunião de um Centro de Tradições Gaúchas, o CTG, criados para preservar os usos e costumes locais.

Neles, os durões se derretem: cantam, dançam e até declamam versinhos em honra da garrucha, da erva-mate e outros gauchismos. Um dos poemas prediletos é "Chimarrão", do tradicionalista Glauco Saraiva, que tem estrofes como: "E a cuia, seio moreno/que passa de mão em mão/traduz no meu chimarrão/a velha hospitalidade da gente do meu rincão." (bem, tirando o machismo do seio moreno, passando de mão em mão, até que é bonito).

Esse regionalismo exacerbado costuma criar problemas de imagem para os gaúchos, sempre acusados de se sentir superiores ao resto do País. Não é verdade - mas poderia ser, a julgar por alguns dados e estatísticas. O Rio Grande do Sul é possuidor do melhor índice de desenvolvimento humano do Brasil, de acordo com a ONU, do menor índice de analfabetismo do País, segundo o IBGE e o da população mais longeva da América Latina, (tendo Veranópolis a terceira cidade do mundo em longevidade), segundo a Organização Mundial da Saúde.

E ainda tem as mulheres mais bonitas do País, segundo a Agência Ford Models. (eu já sabia!!!) Além do gaúcho, chamado de machista", qual outro povo que valoriza a mulher a ponto de chamá-la de prenda (que quer dizer algo de muito valor)? Macanudo, tchê. Ou, como se diz em outra praças: "legal às pampas", uma expressão que, por sinal, veio de lá.

Aos meus amigos gaúchos,


Um forte abraço!
Arnaldo Jabor

terça-feira, 9 de agosto de 2011

GILMAR MENDES DEFENSOR DE BANDIDOS...

Foge do Brasil para o Líbano o médico condenado a 278 anos por violentar 37 mulheres.
O médico Roger Abdelmassih, de 67 anos, já está no Líbano, segundo a Folha. E por lá deve ficar porque tem origem libanesa e o Brasil não tem tratado de extradição com o Líbano. E isso poderia ter sido evitado, caso o ministro Gilmar Mendesnão concedesse o habeas corpus que o tirou da cadeia.

O médico estava preso, aguardando recurso de sua defesa diante da sentença que o condenou a 278 anos de cadeia por violentar 37 mulheres (suas pacientes, o que agrava os crimes) entre 1995 e 2008. E aguardava preso porque a Polícia Federal informou que ele tentava renovar seu passaporte. A juíza Kenarik Boujikian Felippe determinou que ele fosse preso para evitar sua fuga do país.

Seu advogado recorreu. Disse que Roger Abdelmassih não pretendia fugir do país, só estaria renovando o passaporte...

Sem ao menos perguntar ao advogado por que um homem de 67 anos condenado a 278 anos de cadeia renovaria o passaporte (seria um novo Matusalém?), Gilmar Mendes mandou soltar o passarinho, que agora vai passear sua impunidade no exterior, até que a morte o separe da boa vida.

O que dirá Gilmar Mendes, o Simão Bacamarte do Judiciário, sobre seu habeas corpus que possibilitou a fuga do criminoso
?
Parabéns ao escritório de advocacia Marcio Thomas Bastos!!!! (que defendeu o safado!) Foi esse porco do Gilmar Mendes que disse com todas as letras de sua suja boca que jornalista, professor de educação física e algumas outras profissões não precisariam de diploma. Que eram como cozinheiros... é só aprender a cozinhar e pronto. Além de tudo desmereceu  a profissão dos cozinheiros que, como as demais, merecem nosso respeito. Oxalá, a imprensa inteira caia de pau sobre ele.

segunda-feira, 8 de agosto de 2011

O JUDICIÁRIO BRASILEIRO...EMPOBRECE!

Última manifestação do Des. Fernando Botelho, antes de seu desligamento no próximo dia 17. 


Senhor Presidente,
Eminentes Colegas Desembargadores,
Senhores e Senhoras Advogados,
Prezados Servidores desta 8ª. Câmara Cível,
Meu Ágape
Peço licença para um registro, para mim imprescindível, Senhor Presidente.
Esta é a última sessão de que participo neste Tribunal e nesta 8ª. Câmara Cível.
É o último ato jurisdicional da minha vida na magistratura.
Requeri, no último dia 06/maio – data do meu aniversário – a exoneração do meu cargo, de Desembargador do Tribunal de Justiça de Minas Gerais.
Já deferido a esta altura, o pedido de exoneração será publicado no Diário Eletrônico do Judiciário no próximo dia 17/agosto, data em que também completo 4 anos como membro desta Corte.
Não me sendo possível estar presente na sessão próxima, do dia 11/agosto, é esta a da minha despedida; despedida dos queridos colegas, dos queridos amigos, dos advogados, dos queridos servidores, com os quais tive a honra de atuar nestes últimos 4 anos, no exercício do meu cargo neste Tribunal.
Para me despedir hoje, escrevi este pequeno texto, que peço licença para ler aqui.
Algo muito simples, singelo mesmo, mas que vem do coração, da alma, e do meu mais sincero sentimento; algo que se inspira, devo dizer, no tema de um recente livro, do Padre Marcelo Rossi, chamado Ágape.
Ágape é sinônimo de amor; de amor incondicional, de amor generoso, sem limites; amor puro, livre ! Amor que não pede; Amor que concede...amor como ação...amor como essência da vida...amor como a Luz Divina, que ilumina as trevas (dos sentimentos humanos egoísticos) !
O livro me foi dado de presente, para uma leitura especial nesse momento da minha vida profissional, pessoal, familiar.
Presente de uma pessoa muito querida, que é, em sua vida pessoal, a prática viva do amor Ágape, do amor aos filhos, à família, aos amigos, e ao seu Deus.
Ela me concedeu um tanto desse amor Ágape, ao me presentear com o trabalho do Padre paulista; com ele, me concedeu a (sua) luz Divina; que agora ilumina, também aqui nesse momento, uma das mais difíceis passagens da minha vida.
Li o Ágape do Padre Marcelo; com ele à mão, numa madrugada fria desse nosso inverso, escrevi essas linhas de despedida.
Tomo por empréstimo o Ágape (dele). E o transformo, aqui, na revelação do meu.
Quero falar então do Meu Ágape nesse especial momento ! Falar do meu amor incondicional – pelo meu ofício, que agora se encerra; falar do amor pela carreira que abracei há 22 anos !
Meu Ágape pelo ato de julgar; meu amor confesso pelo decidir a vida do meu semelhante !
Meu amor eterno por essa que agora parece uma fagulha do tempo da minha existência, que gostaria pudesse ter durado mais !
Uma confissão ! Pública, de última hora. Mas uma confissão que quero deixar aqui, registrada, nos anais desta Casa: a do meu amor pela magistratura; do meu Ágape pelo ofício de julgar.
Esse Ágape tem uma história, que segue, agora, na memória e no coração: minha história na magistratura do meu Estado. Seguirá comigo, onde quer que eu vá.
Sei que é também a história de tantos de nós, que julgamos; a de todos que trilhamos o ofício; mas, permitam-me por um breve instante, torná-la pública sob a marca da minha pessoal trajetória.
Peço licença para eterniza-la nesse último lapso de registro; para gravá-la aqui, solene; para dizê-la com a mais profunda emoção, e apenas com o coração; e para falar brevemente dela, sem rebuscos, sem formalidades.
A minha paixão de julgar !
História que começa em Esmeraldas, numa tarde de mais de duas décadas atrás.
Errando pelas curvas do acesso à antiga Santa Quitéria, saído da advocacia liberal da capital; do escritório dinâmico, urbano; da companhia elegante e técnica, dos advogados meus amigos-padrinhos; saído da imagem do querido Tio, advogado, ilustre, competente, sério, dedicado, saído, ainda, da saudosa imagem do pai, amoroso, gentil, jornalista, eu era, ali, dúvida personificada, sobre o ofício novo; sobre a Esmeralda da colina de Santa Quitéria, que nunca chegava naquele primeiro acesso; sobre a sua gente simples, que aguardava o seu novo juiz; prossegui pelo tortuoso caminho daquela tarde inicial !
Nada de vocação inata, sonhada, desejada desde criança.
Apenas um instinto, com ele a cogitação, e muito a influência – do juiz que me concederia a filha, o maior presente de convívio de toda a minha vida ! Presente que, como o ofício, me acompanha, desde então, na vida e nos frutos do nosso outro Ágape.
Entrado, no antigo ambiente do fôro local, apresentado ao serviço, aos escaninhos, à sala do andar superior, ao gabinete de teto alto, de mesa antiga, ligado ao salão do júri e suas samambaias de parede; à solidão da austeridade; aos servidores antigos; aos processos e à liturgia do cargo, começou, naquele instante, o meu Ágape;
Amor conquistado à primeira vista, ao primeiro contato, pelo carinho, pela atenção, de todos, de tudo, com o jovem, muito mais aprendiz que juiz;
Esmeraldas foi mãe, professora, laboratório.
Ágape por aquele custo inicial de formação, de amadurecimento, de iniciação.
Ágape que aqui, no seu outro momento, o derradeiro, revive a emoção do início.....
Não vou cansar a todos com um desfiar de passagens do trabalho que começou ali, e que muitos conhecem de suas próprias trajetórias; a minha, que também incluiu Lagoa Santa, Sete Lagoas, Ribeirão das Neves, Itabira, Ferros, Contagem, Belo Horizonte,
conquistou e amadureceu o profissional e o homem, levando, no conjunto, a família, hoje ocupando todo um ambiente de vida pessoal.
Aos que conhecem desse incrível ofício não é preciso dizer mais; quero só subinhar que a minha pessoal história teve, como a de tantos, o seu marcante começo, um intenso meio, e, agora, um difícil desvio, digamos; mas que, em todo o seu curso, foi guiada, sempre, por um amor incondicional, pela verdadeira paixão do homem por seu trabalho, e pelo respeito, conquistados a um coração que nunca imaginou fosse se apegar tanto e tão organicamente ao ofício.
Intenso o meu Ágape !
Passados, hoje, tantos anos, revelo, do fundo da alma, que foi, que é, muito difícil deixá-lo; muito, muito mais que ingressar nele, vinte e dois anos atrás, é difícil sair.
Mas a serena decisão, de agora, que também não imaginava tomar, que não queria adotar; tomada quando imaginava prosseguir, ir além, traz, trouxe, nova paz; uma paz intrigante.
Paz paradoxal !
Paz que só a compensação de um Ágape por outro é capaz de produzir !
Um amor pelo outro. Lógica que desata o dilema. Lógica, que não é a da razão; é a do coração; ele, sempre; do início até agora.
A decisão, a que mais me entreguei como homem e, creio, como Juiz, acaba de me ensinar que o amor prossegue moldando seu próprio destino, e por razões próprias.
As razões do coração não são às vezes as da vontade consciente; são as dele; que as resolve e nelas interfere pouco de uma lógica concreta.
Decidir razões do próprio coração, as que o coração molda sem quase percebermos, ao longo de toda uma vida, é o que a experiência, a concretude lógica, não fazem sequer justiça; nem ajudam, muitas vezes, a compreender....
Tarefa quase sobre-humana, esta, que, repito, só o próprio amor desata; ele, de novo e sempre !
O Ágape !
O amor pelo ofício de julgar foi conduzido, em mim, pelo amor máximo, maior, da vida: o dos filhos e o amor pela família.
É de onde vem a minha resposta; de onde veio a difícil decisão; e de onde extraio a paz, que tranqüiliza; guiada pelo Ágape, agora exponencial; outra vez ele, presente.
O Ágape de hoje é então o da minha vida, que incluiu o do partir; é o que revelou, dirigiu, absorveu, definou o tempo do amor pelo trabalho !
Levo, em paz, desse, que considero o mais intenso período da minha vida, o amor que devotei à magistratura que exerci;
Na memória seguem os seus momentos, todos, registrados; eles, que fizeram minha, pessoal, essa história; eles, que, no alvo da construção profissional, construiram a pessoa, o homem, o pai, o cidadão; lição aprendida: juiz, que se constrói, é homem que se colhe; .....seguem, por isso, comigo, nas novas caminhadas, todas as marcas, profundas, produzidas sobre a minha própria existência.
Não importa, em contexto de tão íntimas revelações, o que vá fazer de agora em diante; importa aqui é a revelação desse amor, desse profundo respeito, pelo trabalho, pelo Judiciário do meu Estado e do meu País, que tive a honra de integrar.
Fica também registrado, por ele, todo o carinho, emocionado, pelos incontáveis amigos que colhi da caminhada, eles que me devotaram sua compreensão, sua bondade, e sua ajuda, em todos esses anos na magistratura.
Meu carinho pelos servidores com quem trabalhei em todas as Comarcas, na Corregedoria, e, finalmente, aqui, no Tribunal - a imponente Corte da Relação, o honrado Tribunal de Justiça de Minas Gerais; Tribunal que vi, que ouvi, nas andanças pelo país, ser tão respeitado, tão considerado, como referencial da estrutura judiciária da nação.
Tribunal de Justiça sob cujo ar histórico, sob cujas tradições, sob cuja atmosfera das centenas de sessões de julgamento da nossa Câmara, senti a emoção máxima, quase indescritível, de definir os rumos da vida dos semelhantes de todo o Estado !
Meu respeito pelo juiz, essa figura da esperança nacional sobre a qual recai toda uma crescente carga de problemas estruturais da vida coletiva; figura que me licencia, aqui, para uma homenagem especial, com a permissão dos meus colegas; homenagem a um juiz, ele bem sabe, que me acolheu, como filho; em suas preocupações, em suas orações, em sua infinita bondade, esteve sempre ao meu lado, guiando meus passos, ajudando nas soluções, nas ponderações; sempre dando a sua mão solidária e sua infinita visão humana da vida.
Minha homenagem ao Desembargador Bernardino Godinho Campos, magistrado, avô dos meus três filhos; homem de bem; profissional de sobra; um grande juiz. Na figura dele, peço licença para reverenciar, nesta minha despedida, a de todos os juizes dedicados, respeitados por seu trabalho devoto, por seu amor Ágape ao ofício; juizes que habitam cada gabinete, cada instância, dessa honrada Justiça do nosso Estado.
De modo muito especial, finalmente, fica o meu carinhoso e eterno respeito, a amizade e a alta consideração, pelos meus queridos irmãos Desembargadores desta 8ª. Câmara Cível, Edgard Penna Amorim, Teresa Cristina da Cunha Peixoto, Antoninho Vieira de Brito, e Pedro Carlos Bittencourt Marcondes – cujos nomes pronuncio com especial
emoção; irmãos que fiz na fé e devoção ao trabalho jurisdicional nesta Côrte; profissionais brilhantes, fantásticos, de notório reconhecimento público, ao lado dos quais cresci, aprendi, atuei, neste incrível colegiado de Direito Público, que faz, fez, e fará uma grande história em Minas Gerais.
Meu orgulho por ocorrer exatamente aqui, no seio, no ambiente, e na intimidade fraterna, desta 8ª. Câmara Cível do Tribunal de Justiça de Minas Gerais, o momento definidor do meu destino próximo !
Retiro-me da magistratura que abracei. Levo, comigo, a toga que usei, as imagens que construí, e as que se construiram sobre mim; passo, agora, em retorno, por aquele mesmo portal desta sala de sessões, por onde entrei 22 anos atrás para a seleção de ingresso na magistratura;
Finalizo, com uma última passagem do Ágape do Padre Marcelo Rossi; uma, agora, em que transcreve um conto chinês que narra a história de um jovem que, em visita a um sábio conselheiro sobre seus primeiros sentimentos de amor, ouviu dele:
" ....Amar é uma decisão, não um sentimento.
Amar é dedicação.
Amar é um verbo e o fruto dessa ação é o amor.
O amor é um exercício de jardinagem.
Arranque o que faz mal, prepare o terreno, semeie, seja paciente, regue e cuide.
Esteja preparado porque haverá pragas, secas ou excesso de chuvas, mas nem por isso abandone o seu jardim.
Ame, ou seja, aceite, valorize, respeite, dê afeto, ternura, admire e compreenda.
Simplesmente: Ame !
A vida sem AMOR...não tem sentido.
A inteligência sem amor te faz perverso.
A justiça sem amor te faz implacável.
A diplomacia sem amor te faz hipócrita.
O êxito sem amor te faz arrogante.
A riqueza sem amor te faz avarento.
A docilidade sem amor te faz servil.
A pobreza sem amor te faz orgulhoso.
A beleza sem amor te faz ridículo.
A autoridade sem amor te faz tirano.
O trabalho sem amor te faz escravo.
A simplicidade sem amor te deprecia.
A lei sem amor te escraviza.
A política sem amor te deixa egoísta.
A vida sem AMOR...não tem sentido. "
Obrigado a todos por tudo.

domingo, 7 de agosto de 2011

CARTA AO "DIDI". VALE A PENA ...LER...

CARTA AO "DIDI". Vale a pena ler...















Mais



Bom dia amigos!
Tenham um ótimo domingo e uma semana de paz e sucesso que todos merecemos.
Só peço que leiam com a tenção as palavras desta jornalista, até porque é exatamente o que penso. Não peço que concordem comigo ou com ela, apenas após a leitura tentem entender:
a) porque o salário de um professor, que é o profissional responsável pela formação de todos os brasileiros, que terão as mais divrsas profissões e faz "trocentas especilizações e cursos ao longo da carreira, é o mais baixo na formação do nível superior que existe?
b)nem um estagiário de qualquer outra profissão ganha o que ganhamos por mês após tantos estudos em fim de carreira. Imagine no início...
c)os nossos alunos que são chamados de burros, que não gostam de ler e outros adjetivos mais "pesados",  teem por semana 20h de aula para estudar 13 disciplinas. Queridos , nem gênio conseguiria tal façanha.
Enfim, está tudo errado, e o governo quer aumentar uma hora a mais de aula, ou seja "tampar o sol com a peneira".
Precisamos reestruturar toda a educação e principalmente as grades escolares; eu sou pedagoga, por quê tenho que estudar tantas disciplinas que não irei usar na minha profissão? O que nos falta é um ensino FUNDAMENTAL na essência da palavra e vergonha na cara.



Dentro de poucos dias teremos novamente o "CRIANÇA ESPERANÇA", ENTÃO LEIA COM ATENÇÃO E SE ENTENDER QUE DEVE, REPASSE AOS SEUS CONTATOS....

SE 30% DOS BRASILEIROS (AS) FIZESSEM O QUE A SRA.ELIANE ESTÁ FAZENDO, O BRASIL SERIA OUTRO.PARABÉNS.
CARTA ABERTA DE ELIANE SINHASIQUE (jornalista e publicitária) PARA RENATO ARAGÃO (o Didi da REDE GLOBO DE TELEVISÃO) . . . . . !!! Nota DEZ para essa mulher ! Parabéns !
R E P A S S E M . . . . . .

Querido Didi,Há alguns meses você vem me escrevendo pedindo uma doação mensal para enfrentar alguns problemas que comprometem o presente e o futuro de muitas crianças brasileiras. Eu não respondi aos seus apelos (apesar de ter gostado do lápis e das etiquetas com meu nome para colar nas correspondências) ..........Achei que as cartas não deveriam ser endereçadas a mim. Agora, novamente, você me escreve preocupado por eu não ter atendido às suas solicitações. Diante de sua insistência, me senti na obrigação de parar tudo e escrever uma resposta.
Não foi por " algum motivo " que não fiz a doação em dinheiro solicitada por você. São vários os motivos que me levam a não participar de sua campanha altruísta (se eu quisesse poderia escrever umas dez páginas sobre esses motivos). Você diz, em sua última carta, que enquanto eu a estivesse lendo, uma criança estaria perdendo a chance de se desenvolver e aprender pela falta de investimentos em sua formação !
Didi, não tente me fazer sentir culpada. Essa jogada publicitária eu conheço muito bem. Êsse tipo de texto apelativo pode funcionar com muitas pessoas mas, comigo não. Eu não sou ministra da educação. Não ordeno e nem priorizo as despesas das escolas e nem posso obrigar o filho do vizinho a freqüentar as salas de aula. A minha parte eu já venho fazendo desde os 11 anos de idade, quando comecei a trabalhar na roça para ajudar meus pais no sustento da família. Trabalhei muito e, te garanto, TRABALHO NÃO MATA NINGUEM ! Muito pelo contrário, faz bem ! Estudei na escola da zona rural, fiz Supletivo, estudei à distância e muito antes de ser jornalista e publicitária eu já era uma micro- empresária. Didi, talvez você não tenha noção do quanto o GOVERNO FEDERAL tira do nosso suor para manter a saúde, a educação, a segurança e tudo o mais que o povo brasileiro precisa. Os impostos são muito altos ! Sem falar dos Impostos embutidos em cada alimento e em cada produto ou serviço que preciso comprar para o sustento e sobrevivência da minha família. Eu pago pela educação duas vezes : pago pela educação na escola pública, através dos impostos, e na escola particular, mensalmente, PORQUE SOMENTE A ESCOLA PÚBLICA NÃO ATENDE COM ENSINO DE QUALIDADE QUE, ACREDITO, MEUS DOIS FILHOS MERECEM !!! Não acho louvável recorrer à sociedade para resolver um problema que nem deveria existir, pelo volume de dinheiro arrecadado em nome da educação e de tantos outros problemas sociais !O que está acontecendo, meu caro Didi, é que os administradores dessa dinheirama toda não veêm aeducação como prioridade ! PARA ÊLES, A EDUCAÇÃO LHES RETIRA A SUBSERVIÊNCIA E ÊSSE FATO, POR SI SÓ, NÃO INTERESSA AOS POLÍTICOS QUE ESTÃO NO PODER. POR ISSO, O DINHEIRO ESTÁ SAINDO PELO RALO; ESTÃO JOGANDO FORA , OU APLICANDO MUITO MAL !!! Para você ter uma idéia, na minha cidade cada alimentação de um presidiário custa para os cofres públicos R$ 3,82 (três reais e oitenta e dois centavos), enquanto que a merenda de uma criança na escola pública custa R$ 0,20 (vinte centavos) !!! O governo precisa rever suas prioridades, você não concorda ? Você pode ajudar a mudar isso ! Não acha ?Você diz em sua carta que não dá para aceitar que um brasileiro se torne adulto sem compreender um texto simples ou conseguir fazer uma conta de matemática. Concordo com você ! É por isso que sua carta não deveria ser endereçada à minha pessoa. Deveria ser endereçada ao Presidente da República !!! Ele é " o cara " !!! Êle é quem tem a chave do cofre e a vontade política para aplicar os recursos ! Eu e mais milhares de pessoas só colocamos o dinheiro lá para que ele faça o que for correto e necessário para melhorar a qualidade de vida das pessoas do país, sem nenhum tipo de distinção ou discriminação. MAS, NÃO É O QUE ACONTECE !!! No último parágrafo da sua carta, você joga, mais uma vez, a responsabilidade para cima de mim, dizendo que as crianças precisam da "minha doação" e que a "minha doação" faz toda a diferença... Lamento discordar de você, Didi !!! Com o valor da doação mínima de R$ 15,00(quinze reais) eu posso comprar 12 quilos de arroz para alimentar minha família por um mês, ou posso comprar pão para o café da manhã para 10 dias..... !!!Didi, você pode até me chamar de muquirana, não me importo, mas, R$ 15,00(quinze reais) eu não vou doar ! Minha doação mensal já é muito grande. Se você não sabe, eu faço doações mensais de 27,5% de tudo o que ganho !!! Isso significa que o governo leva mais de um terço de tudo que eu recebo e posso te garantir que essa grana, se ficasse comigo, seria muito melhor aplicada na qualidade de vida da minha família !Você sabia que para pagar os impostos eu tenho que dizer NÃO para quase tudo que meus filhos querem ou precisam ? Meu filho de 12 anos quer praticar tênis e eu não posso pagar as aulas que são caras demais para nosso padrão de vida. Você acha isso justo ? Acredito que não. Você é um homem de bom-senso e saberá entender os meus motivos para não colaborar com sua campanha pela educação brasileira.
Outra coisa Didi, MANDE UMA CARTA PARA A PRESIDENTE "DILMA" pedindo para êle selecionar melhor os ministros e também os professores das escolas públicas ! Só escolher quem, de fato, tem vocação para ser ministro e para o ensino. Melhorar os salários daqueles profissionais também funciona para que êles tomem gosto pela profissão e vistam, de fato, a camisa da educação ! Peça para êle, também, fazer escolas de horário integral, escolas em que as crianças possam, além de ler, escrever e fazer contas, possam desenvolver dons artísticos, esportivos e habilidades profissionais. Dinheiro para isso está sobrando sim ! Diga para êle priorizar a educação e utilizar melhor os recursos.Bem, você assina suas cartas com o pomposo título de Embaixador Especial do Unicef para Crianças Brasileiras e eu vou me despedindo assinando... Eliane Sinhasique - Mantenedora Principal dos Dois Filhos que Pari !!! P.S.: Não me mande outra carta pedindo dinheiro. Se você mandar, serei obrigada a ser mal-educada: vou rasgá-la antes de abrir. PS2* Aos otários que doaram para o criança esperança, fiquem sabendo : AS ORGANIZAÇÕES GLOBO ENTREGAM TODO O DINHEIRO ARRECADADO À UNICEF E RECEBEM UM RECIBO DO VALOR PARA DEDUÇÃO DO SEU IMPOSTO DE RENDA !!! Para vocês a Rede Globo anuncia: essa doação não poderá ser deduzida do seu imposto de renda ! PORQUÊ É ELA QUEM O FAZ !!! PS3* E O DINHEIRO DA CPMF QUE PAGAMOS DURANTE 11(ONZE) ANOS? MELHOROU ALGUMA COISA NA EDUCAÇÃO E NA SAÚDE DURANTE ESSES ANOS? BRASILEIROS PATRIOTAS (e feitos de idiotas) !!!DIVULGUEM ESSA REVOLTA.... isto deveria chegar a Brasilia, não acha ???

quinta-feira, 4 de agosto de 2011

segunda-feira, 1 de agosto de 2011

O PAÍS DAS MARCHAS!!!



              Descrição: cid:B55B82512C6D46A7BE0C86AC36614552@UsuarioPC
                                                                            Carlos Vereza

O país das "marchas...", da Maconha...das Mulheres vadias...Parada Gay, e não ocorre a ninguém organizar a marcha contra a corrupção; a marcha pelo ensino básico; pela abertura dos documentos sigilosos; por uma acareação entre Mercadante, Ideli Salvati, e o funcionário que participou da reunião com os dois para a "elaboração" de um dossiê falso contra José Serra!
Uma cortina de mentiras ocupa o poder. O marketing de um país de "todos" devora verbas inacreditáveis numa esquizofrenia que se reflete nos juros mais altos do planeta, em obras sem licitação, tráfico de influência, e a previsivel repetição de escândalos semanais!

E os mafiosos, Dirceu, Franklin Martins, e Lula, principalmente, "orientando" o biombo- Dilma, completamente atônita, sem saber que rumo imprimir a um governo à deriva!
Nenhum projeto a não ser o da permanência indefinida no poder! A luta antropofágica da "base aliada" por cargos, o "fogo amigo do PT" minando o que possa restar de autoridade da Dilma, que não é nenhuma "vitima", pois todo o esquema era de seu conhecimento!

Criou-se a burguesia sindical sem obrigações de prestar contas de seus gastos: a verdadeira elite que conta com a total cumplicidade de Lula, mais preocupado com suas "palestras", não por coincidência, com empresas que têm relações mais que "amistosas" com o governo!

Em pouco teremos a marcha final: a da insolvência do Brasil!