sexta-feira, 27 de maio de 2011

CARLOS EDUARDO NOVAES!!! Jornal do Brasil!

C.E. Novaes!
Confeço qui to morrendo de enveja da fessora Heloisa Ramos que escrevinhou um livro cheio de erros de Português e vendeu 485 mil ezemplares para o Minestério da Educassão. Eu dou um duro danado para não tropesssar na Gramática e nunca tive nenhum dos meus 42 livros comprados pelo Pograma Naçional do Livro Didáctico. Vai ver que é por isso: escrevo para quem sabe Portugues!
A fessora se ex-plica dizendo que previlegiou a linguagem horal sobre a escrevida. Só qui no meu modexto entender a linguajem horal é para sair pela boca e não para ser botada no papel. A palavra impreça deve obedecer o que manda a Gramática. Ou então a nossa língua vai virar um vale-tudo sem normas nem regras e agente nem precisamos ir a escola para aprender Português.
A fessora dice também que escreveu desse jeito para subestituir a nossão de ?certo e errado? pela de ?adequado e inadequado?. Vai ver que quis livrar a cara do Lula que agora vive dando palestas e fala muita coisa inadequada. Só que a Gramatica eziste para encinar agente como falar e escrever corretamente no idioma portugues. A Gramática é uma espéce de Constituissão do edioma pátrio e para ela não existe essa coisa de adequado e inadequado. Ou você segue direitinho a Constituição ou você está fora da lei - como se diz? - magna.
Diante do pobrema um acessor do Minestério declarou que ?o ministro Fernando Adade não faz análise dos livros didáticos?. E quem pediu a ele pra fazer? Ele é um homem muito ocupado, mas deve ter alguém que fassa por ele e esse alguém com certesa só conhece a linguajem horal. O asceçor afirmou ainda que o Minestério não é dono da Verdade e o ministro seria um tirano se disseçe o que está certo e o que está errado. Que arjumento absurdo! Ele não tem que dizer nada. Tem é que ficar caladinho por causa que quem dis o que está certo é a Gramática. Até segunda ordem a Gramática é que é a dona da verdade e o Minestério que é da Educassão deve ser o primeiro a respeitar.

EU ACUSO!!!



EU ACUSO
(Tributo ao professor Kássio Vinícius Castro Gomes)
Professor Kássio Gomes, assassinado após seu aluno ter tirado nota baixa.
Foi uma tragédia fartamente anunciada. Em milhares de casos, desrespeito. Em outros tantos, escárnio. Em Belo Horizonte, um estudante processa a escola e o professor que lhe deu notas baixas, alegando que teve danos morais ao ter que virar noites estudando para a prova sub-sequente. (Notem bem: o alegado “dano moral” do estudante foi ter que. . . estudar!).
A coisa não fica apenas por aí. Pelo Brasil afora, ameaças constantes. Ainda neste ano, uma professora brutalmente espancada por um aluno. O ápice desta escalada macabra não poderia ser outro.
O professor Kássio Vinícius Castro Gomes pagou com sua vida, com seu futuro, com o futuro de sua esposa e filhas, com as lágrimas eternas de sua mãe, pela irresponsabilidade que há muito vem tomando conta dos ambientes escolares.
Há uma lógica perversa por trás dessa asquerosa escalada.
A promoção do desrespeito aos valores, ao bom senso, às regras de bem viver e à autoridade foi elevada a método de ensino e imperativo de convivência supostamente democrática.
No início, foi o maio de 68, em Paris: gritava-se nas ruas que “era proibido proibir”.
Depois, a geração do “não bate, que traumatiza”. A coisa continuou: “Não reprove, que atrapalha”. Não dê provas difíceis, pois “temos que respeitar o perfil dos nossos alunos”. Aliás, “prova não prova nada”.
Deixe o aluno “construir seu conhecimento. ”
Não vamos avaliar o aluno.
Pensando bem, “é o aluno que vai avaliar o professor”. Afinal de contas, ele está pagando. . .
E como a estupidez humana não tem limite, a avacalhação geral epidêmica, travestida de “novo paradigma” (Irc!), prosseguiu a todo vapor, em vários setores: “o bandido é vítima da sociedade”, “temos que mudar ‘tudo isso que está aí’; “mais importante que ter conhecimento é ser ‘crítico’."
Claro que a intelectualidade rasa de pedagogos de panfleto e burocratas carreiristas ganhou um imenso impulso. . .
Com a mercantilização desabrida do ensino: agora, o discurso antidisciplina é anabolizado pela lógica doentia e desonesta da paparicação ao aluno – cliente. . .
Estamos criando gerações em que uma parcela considerável de nossos cidadãos é composta de adultos mimados, despreparados para os problemas, decepções e desafios da vida, incapazes de lidar com conflitos e, pior, dotados de uma delirante certeza de que “o mundo lhes deve algo”.
Um desses jovens revoltado com suas notas baixas cravou uma faca com dezoito centímetros de lâmina, bem no coração de um professor.
Tirou-lhe tudo o que tinha e tudo o que poderia vir a ter, sentir, amar.
Ao assassino, corretamente , deverão ser concedidos todos os direitos que a lei prevê: o direito ao tratamento humano, o direito à ampla defesa, o direito de não ser condenado em pena maior do que a prevista em lei. Tudo isso, e muito mais, fará parte do devido processo legal, que se iniciará com a denúncia a ser apresentada pelo Ministério Público.
A acusação penal ao autor do homicídio covarde virá do promotor de justiça. Mas, com a licença devida ao célebre texto de Emile Zola, EU ACUSO tantos outros que estão por trás do cabo da faca:
Polícia efetuando a prisão deste delinquente, prepotente e mimado vagabundo que não estudou e ainda se achou no direito de matar o professor.
EU ACUSO a pedagogia ideologizada, que pretende relativizar tudo e todos, equiparando certo ao errado e vice-versa;
EU ACUSO os pseudo-intelectuais de panfleto, que romantizam a “revolta dos oprimidos”e justificam a violência por parte daqueles que se sentem vítimas;
EU ACUSO os burocratas da educação e suas cartilhas do politicamente correto, que impedem a escola de constar faltas graves no histórico escolar, mesmo de alunos criminosos, deixando-os livres para tumultuar e cometer crimes em outras escolas;
EU ACUSO a hipocrisia de exigir professores com mestrado e doutorado, muitos dos quais, no dia a dia, serão pressionados a dar provas bem tranqüilas, provas de mentirinha, para “adequar a avaliação ao perfil dos alunos”;

EU ACUSO os últimos tantos Ministros da Educação, que em nome de estatísticas hipócritas e interesses privados, permitiram a proliferação de cursos superiores completamente sem condições,
freqüentados por alunos igualmente sem condições de ali estarem;
EU ACUSO a mercantilização cretina do ensino, a venda de diplomas e títulos sem o mínimo de interesse e de responsabilidade com o conteúdo e formação dos alunos, bem como de suas futuras missões na sociedade;

EU ACUSO a lógica doentia e hipócrita do aluno-cliente, cada vez menos exigido e cada vez mais paparicado e enganado, o qual, finge que não sabe que, para a escola que lhe paparica, seu boleto hoje vale muito mais do que seu sucesso e sua felicidade amanhã;

EU ACUSO a hipocrisia das escolas que jamais reprovam seus alunos, as quais formam analfabetos funcionais só para maquiar estatísticas do IDH e dizer ao mundo que o número de alunos com segundo grau completo cresceu “tantos por cento”;
EU ACUSO os que aplaudem tais escolas e ainda trabalham pela massificação do ensino superior, sem entender que o aluno que ali chega deve ter o mínimo de preparo civilizacional, intelectual e moral, pois estamos chegando ao tempo no qual o aluno “terá direito” de se tornar médico ou advogado sem sequer saber escrever, tudo para o desespero de seus futuros clientes-cobaia;
EU ACUSO os que agora falam em promover um “novo paradigma”, uma “ nova cultura de paz”, pois o que se deve promover é a boa e VELHA cultura da “vergonha na cara”, do respeito às normas, à autoridade e do respeito ao ambiente universitário como um ambiente de busca do conhecimento;
EU ACUSO os “cabeça – boa” que acham e ensinam que disciplina é “careta”, que respeito às normas é coisa de velho decrépito,
EU ACUSO os métodos de avaliação de professores, que se tornaram templos de vendilhões, nos quais votos são comprados e vendidos em troca de piadinhas, sorrisos e notas fáceis;

EU ACUSO os alunos que protestam contra a impunidade dos políticos, mas gabam-se de colar nas provas, assim como NÃO ACUSO os professores que, vendo tais alunos colarem, não podem aplicar a devida punição.
EU VEEMENTEMENTE ACUSO os diretores e coordenadores que impedem os professores de punir os alunos que colam, ou pretendem que os professores sejam “promoters” de seus cursos;
EU ACUSO os diretores e coordenadores que toleram condutas desrespeitosas de alunos contra professores e funcionários, pois sua omissão quanto aos pequenos incidentes é diretamente responsável pela ocorrência dos incidentes maiores;

Uma multidão de filhos tiranos que se tornam alunos -clientes, serão despejados na vida como adultos eternamente infantilizados e totalmente despreparados, tanto tecnicamente para o exercício da profissão, quanto pessoalmente para os conflitos, desafios e decepções do dia a dia.
Ensimesmados em seus delírios de perseguição ou de grandeza, estes jovens mostram cada vez menos preparo na delicada e essencial arte que é lidar com aquele ser complexo e imprevisível que podemos chamar de “o outro”.

A infantilização eterna cria a seguinte e horrenda lógica, hoje na cabeça de muitas crianças em corpo de adulto: “Se eu tiro nota baixa, a culpa é do professor. Se não tenho dinheiro, a culpa é do patrão. Se me drogo, a culpa é dos meus pais. Se furto, roubo, mato, a culpa é do sistema. Eu, sou apenas uma vítima.

Familiares chorando a morte do professor brutalmente assassinado
Uma eterna vítima.
O opressor é você, que trabalha, paga suas contas em dia e vive sua vida.
Minhas coisas não saíram como eu queria. Estou com muita raiva. Quando eu era criança, eu batia os pés no chão. Mas agora, fisicamente, eu cresci. Portanto, você pode ser o próximo. ”
Qualquer um de nós pode ser o próximo, por qualquer motivo. Em qualquer lugar, dentro ou fora das escolas. A facada ignóbil no professor Kássio dói no peito de todos nós.
Que a sua morte não seja em vão.
É hora de repensarmos a educação brasileira e abrirmos mão dos modismos e invencionices. A melhor “nova cultura de paz” que podemos adotar nas escolas e universidades é fazermos as pazes com os bons e velhos conceitos de seriedade, responsabilidade, disciplina e estudo de verdade.
Igor Pantuzza Wildmann
Advogado
Doutor em Direito.
Professor universitário

sábado, 21 de maio de 2011

AUTO DA LUSITÂNIA!

Todo Mundo e Ninguém, Gil Vicente

TODO MUNDO E NINGUÉM, AUTO DA LUSITANA, GIL VICENTE


Ninguém: Qual o seu nome, cavalheiro?

Todo-Mundo: Eu me chamo Todo-Mundo e todo meu tempo busco dinheiro, e sempre nisso me fundo.

Ninguém: Eu me chamo Ninguém e busco a Consciência.

Belzebu: Eis uma boa experiência: Dinato, escreve isto bem.

Dinato: Que escreverei, Companheiro?

Belzebu: Que Ninguém busca consciência e Todo-mundo dinheiro.

Ninguém: E agora que buscas lá?

Todo-Mundo: Busco honra muito grande

Ninguém: Eu,
virtude, que Deus ordene que a encontre já.

Belzebu: Outra adição: escreve logo aí, que honra Todo-Mundo busca e Ninguém busca virtude.

Ninguém: Buscas outro bem maior que esse?

Todo-Mundo: Busco mais quem me louvasse tudo quanto fizesse

Ninguém: E eu quem me repreendesse em cada coisa que errasse.

Belzebu: Escreve mais

Dinato: Que tens sabido?

Belzebu: Que Todo-Mundo quer em extremo grau ser louvado, e ninguém ser repreendido.

Ninguém: Buscas mais, amigo meu?

Todo-Mundo: Busco a vida e quem ma dê.

Ninguém: A vida nem sei que é, e a
morte conheço eu.

Belzebu: Escreve lá outra sorte

Dinato: Que sorte?

Belzebu: Todo-Mundo busca a vida e Ninguém conhece a morte.

Todo-Mundo: E mais queria o
Paraíso sem a ninguém estorvar.

Ninguém: E eu por ter a pagar quanto devo para isso.

Belzebu: Escreva com muito aviso

Dinato: Que escreverei?

Belzebu: Escreve que Todo-Mundo quer
Paraíso e Ninguém paga o que deve.

Todo-Mundo: Folgo muito em enganar e mentir nasceu comigo.

Ninguém: Eu sempre
verdade digo sem nunca me desviar.

Belzebu: Ora escreve lá compadre, não sejas tu preguiçoso

Dinato: Que?

Belzebu: Que Todo-Mundo é mentiroso e Ninguém diz a verdade.

Goma Guar!

O que é a goma guar?

A goma guar é um tipo de fibra alimentar solúvel, extraída do endosperma (parte da semente) do vegetal de espécie Cyamoposis tetragonolobus, usado na alimentação humana e do gado desde tempos antigos, especialmente na Índia e no Paquistão. Desde 1950, as sementes da planta de onde se extrai o guar têm sido processadas em goma guar e usadas como aditivo alimentar, como espessante ou como fibra alimentar.

A goma guar é um polissacarídeo que, em contato com água, forma um gel altamente viscoso e é por isso que é usada pela indústria alimentícia como espessante, geleificante, emulsificante e estabilizante. Mas, justamente por causa de sua alta viscosidade, a goma guar tem sua adição a alguns produtos alimentícios dificultada. A solução para o problema, encontrada pela indústria de alimentos, é a hidrólise parcial, um processo que quebra as moléculas da goma guar, transformando-a em um oligossacarídeo, a goma guar parcialmente hidrolisada (GGPH). O produto final é menos viscoso e também é solúvel em água. Por que em outros países sustituiram a MALDITA GORDURA HIDROGENADA por esta ou outra Substância Natural e aqui, no Brasil, continua-se a adotar em, doces, sorvetes, bolos comidas salgadas em geral também, a tal Hidrogenada??? Tá bem mas...PERGUNTAR NÃO OFENDE!!!!!!

sexta-feira, 20 de maio de 2011

Abraço!!!

VONTADE DE UM ABRAÇO


abraco vontade VONTADE DE UM ABRAÇODe repente deu vontade de um abraço
Uma vontade de entrelaço, de proximidade…
de amizade… sei lá…


Talvez um aconchego amigo e meigo,
que enfatize a vida e amenize as dores…
Que fale sobre os amores,
seja afetuoso e ao mesmo tempo forte.
Deu vontade, de poder ter saudade de um abraço.
Um abraço que eternize o tempo
e preencha todo espaço…
Mas que faça lembrar do carinho,
que surge, devagarinho,
da magia da união dos corpos,
das auras… sei lá.
Lembrar do calor das mãos,
acariciando as costas a dizer:
- Estou aqui!
Lembrar do enlaçar dos braços,
envolventes e seguros,
afirmando: – Estou com você!.
Lembrar da transfusão de forças,
ou até da suavidade do momento… sei lá…
Então,pensei em como chamar esse abraço:
abraço poesia, abraço força,abraço união,
abraço suavidade,abraço consolo e compreensão,
abraço segurança e justiça, abraço verdade,
abraço cumplicidade?
Mas o que importa é a magia deste abraço!
A fusão de energias, que harmoniza,
integra o todo e se traduz no cosmos,
no tempo e no espaço…
Só sei que agora deu vontade desse abraço.
Um abraço que desate os nós,
transformando-os em envolventes laços.
Que sirva de colo, afastando toda e qualquer angústia.
Que desperte a lágrima de alegria,
e acalme o coração…
Um abraço que traduza a amizade,
o amor e a emoção….
E para um abraço assim ,
Só consegui pensar em você!
Nessa sua energia,
nessa sua sensibilidade,
que sabe entender o por quê,
dessa minha vontade.
Pois então:
Dá logo este abraço!

INDIGNAÇÃO DOS SENSATOS!!!

17/05/2011
às 18:18 \ Direto ao Ponto

A indignação dos brasileiros sensatos detém a ofensiva dos professores de ignorância

“Por que, em educação, todo mundo acha que conhece os assuntos e pode falar com propriedade? “, irritou-se a professora Heloísa Ramos. “Esse assunto é complexo, é para especialistas”. Segundo a autora de “Por uma vida melhor”, um linguista tem o direito de ensinar que falar errado está certo sem que ninguém tente defender o idioma e os estudantes. Feito o preâmbulo, Heloísa baixou o decreto: “Eu não admito mais que alguém escreva que nosso livro ensina a falar errado ou que não se dedica a ensinar a norma culta”.
Tão infeliz quanto a já famosa  ”Os livro ilustrado mais interessante estão emprestado”, abre-alas do desfile de absurdos patrocinado pelo Ministério da Educação, a frase foi pulverizada por quem trata o português com o carinho que lhe negam os demagogos da linguística. Três exemplos:
Merval Pereira, colunista de O Globo: “A pretexto de defender a fala popular como alternativa válida à norma culta do português, o Ministério da Educação está estimulando os alunos brasileiros a cultivarem seus erros, que terão efeito direto na sua vida na sociedade e nos resultados de exames, nacionais e internacionais, que avaliam a situação de aprendizado dos alunos, debilitando mais ainda a competitividade do país”.
Marcos Vilaça, presidente da Academia Brasileira de Letras: “Discordo completamente do entendimento que os professores que fizeram esse trabalho têm. Uma coisa é compreender a evolução da língua, que é um organismo vivo, a outra é validar erros grosseiros. É uma atitude de concessão demagógica. É como ensinar tabuada errada. Quatro vezes três é sempre 12, na periferia ou no palácio”.
Clóvis Rossi, colunista da Folha de S. Paulo: “Os autores do crime linguístico aprovado pelo MEC usam um argumento delinquencial para dar licença para o assassinato da língua: dizem que quem usa ‘os livro’ precisa ficar atento porque ‘corre o risco de ser vítima de preconceito linguístico’. Absurdo total. Não se trata de preconceito linguístico. Trata-se, pura e simplesmente, de respeitar normas que custaram anos de evolução para que as pessoas pudessem se comunicar de uma maneira que umas entendam perfeitamente as outras (…) Que os professores prefiram a preguiça ao ensino, já é péssimo. Que o MEC os premie, é crime”.
Suponha-se que um ex-aluno de Heloísa Ramos resolva dispensar a norma culta na defesa oral de uma tese de doutorado. Suponha-se que faça parte da banca examinadora algum sacerdote da seita que acredita que na linguagem popular, como nos piores bordéis, tudo é permitido ─ as regras só valem para a linguagem escrita. Suponha-se que o expositor decida começar a apresentação saudando os integrante da mesa e os professor presente.  Como reagiria o linguista do povo? Com aplausos e gritos de “bravo!”? Ou com um pedido antecipado de desculpas ao candidato a doutor condenado à reprovação?
Indiferente a exemplos do gênero, surdo ao coro dos sensatos, o MEC comunicou que não pretende recolher os exemplares distribuídos a 485 mil estudantes, jovens e adultos, pelo Programa Nacional do Livro Didático. A escolha das obras é feita por professores universitários, esclareceu um dos porta-vozes do subitamente silencioso Fernando Haddad. “Por uma vida melhor”, por exemplo, teve o aval de um grupo de docentes da Universidade Federal do Rio Grande do Norte. É preciso respeitar o endosso da junta de acadêmicos.
O MEC vai acabar mudando de ideia por força de ações judiciais, previne a procuradora Janice Ascari, do Ministério Público Federal. Aturdida com o que leu, Janice mandou um recado em bom português aos editores e autores: “Vocês estão cometendo um crime contra os jovens, prestando um desserviço à educação e desperdiçando dinheiro público com material que emburrece em vez de instruir”. Os livro pode ser emprestado a quem os autor quiser. Mas os brasileiros que mantêm o juízo e cada plural em seu lugar não vão admitir o triunfo dos professores de ignorância.

quinta-feira, 19 de maio de 2011

Novo Livro Didático Polêmico ou Conveniente?

sexta-feira, 13 de maio de 2011
O LIVRO QUE O MEC APROVOU :ESCREVER ERRADO É POR UMA VIDA MELHOR ?
 Estava aqui no meu cantinho assistindo ao JN e dei com essa reportagem sobre  o livro que o MEC aprovou para o ensino da língua portuguesa, cheinho de afagos para com um português que deixa na camada inferior o filho do pobre que já está vivendo no inferno da desigualdade. Deixa sim, e eu provo! Mande o seu filho que vai estudar num livro desse ir concorrer no vestibular com os filhos da classe média , e bem na hora da concordância o seu filho lindo , de tanto ler e escrever o plural abreviado ,vai marcar tudo errado. Dança e dança feio no vestibular. Onde ele vai continuar? Na vida operária, meu amigo. Até aí tudo bem, por que operário é cabra macho, tem coragem de trabalhar...Mas  e se o seu filho sonha com o curso universitário? Sabe o que vai acontecer? Onde ele vai continuar? No porão dos que não sabem nada sobre o que é pertinente, atrelado, intrínseco, pífio, aquém, quiçá, e o satanás a quatro. Palavras bastante usadas na universidade, e por incrível que pareça: jamais usadas nas salas de aula do ensino médio das escolas públicas( eu heim...Parece que o lance é mesmo deixar a galera  do  feijão com   ovo do lado de fora!)...E sabe por quê? por que a universidade está assim ó ,de cabra preparado para fazer um número de pessoas separadas por suas capacidades , e não se enganem, a língua é a primeira porta que se abre a favor da credibilidade  do  homem atualizado, moderno, concorrente. A língua,  bem trabalhada , vem por séculos e séculos permitindo que o poder se repita, se firme e vire herança entre os bons de língua. A língua tem feito os melhores advogados, os mais renomados médicos, os mais reconhecidos administradores.
Você vai deixar o seu filho sem chegar lá? Pelo amor de Deus !Movimente os  seus neurônios,  por que se o produto da pobreza é duro, a chapa do conhecimento é quente. Só e, somente só, a educação vai tirar o seu filho do porão !
Eu "quero "que o meu filho receba um livrinho desse... Para o MEC ter o prazer de receber de volta. Se eu não mandá-lo de volta, bem para o colinho do Ministério da Educação, eu troco o meu nome para Maria Vai com os Bestas!
Querem fazer do português a língua oficial do Lula? Pois que façam nos quintos dos infernos ,nas provas dos meus filhos,não!
Uma coisa é você entender de regionalismo e das variações linguísticas, respeitar o falante como membro  do fato social da sua comunidade e que pode sim, falar do seu jeitinho. Outra coisa é você incentivar as pessoas simples a se acostumar com as rasteiras das  guerras  dos grandes. É você quem paga pelo livro do seu filho, exija um livro de boa qualidade.
“os livro ilustrado mais interessante estão emprestado" ...Estão na casa do Lula, né? Por que arrumar doutorado sem ir para a universidade só acontece por lá!